A maldição do armênio

9788581801278O não conhecimento da matemática não impede algum entendimento do texto, mas o “saber” aumenta o “sabor” dos mesmos, conduzindo a leitura para outra direção e fornecendo novas possibilidades de entendimento.
Jacques Fux, Literatura e Matemática

 

Andei tensa esta semana, histérica mesmo. É que estou me preparando para dar um passo radical, sobre o qual ainda restam muitas dúvidas em minha mente de “empresária digital”, mas como tudo na (minha) vida, dei o primeiro passo e já estou caminhando.

Pois é. Imaginem que vou relevar, digo, revelar os segredos que me mantiveram única no Brésil com a qualidade dos ebooks durante quase quatro anos, e vocês provavelmente não sabem disso, claro, baixam seus livrinhos por uma módica quantia e não sabem o temporal que há por trás, as noites maldormidas, as lágrimas vertidas, a preocupação de marido e otras cositas más.

A hora chegou. Mais cedo ou mais tarde, a forma correta de converter livros estará no domínio do público, do público especializado, pelo menos, e ou eu conto meu segredo agora ou perderei a chance de me posicionar como… sei lá o quê. Sei que ralei. E me aprumei. Agora vou propagar.

Minha editora KBR, como vocês sabem, foi a primeira “startup” de conteúdo digital do Brasil. Naquela época, não tinha software, não tinha nada, bem, ainda não tem. Melhorou, mas ainda não tem. Então, naquela fatídica noite de outubro em que pela primeira vez chorei ao me deparar com alguns inevitáveis “sinais esquisitos” no primeiro ebook que publiquei na Amazon, através do KDP (plataforma de autopublicação da “família Kindle”), mal sabia eu que ainda estaria chorando, imaginem, nesta linda manhã serrana envolvida por nuvens (nuvens de verdade, ok? daquelas bem baixas, mais baixas pelo menos do que o platô onde a nossa casa se encontra pousada), na semana passada e em todos esses anos que passei… convertendo livros digitais.

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