A sobrevivência do mais épico

“A partir daquele ponto, não restava qualquer outro procedimento a não ser torcer para que o potencial da eficácia científica se aliasse à metade positiva do imponderável e juntos fizessem com que o implante de medula pegasse”, leio no Globo a matéria de capa a respeito da verdadeira saga de Reynaldo Gianecchini, agora transformada em livro.

Certo, o cara foi à morte e voltou pra contar a história, agora, ainda bem, já  todo bonito de novo (quase me matou aquele outdoor na Avenida Brasil com Gianecchini inchado e careca), e ninguém neste mundo jamais poderia competir com isso, vamos combinar, mas faz tempo que desisti de “comparar dores”, algo que sempre me derrubou em qualquer movimento que eu pudesse fazer em direção ao topo e que também agora ameaça me derrubar — sob o disfarce desrumado (intervalo para o neologismo) da autossabotagem —, Alan vai logo me dando o seu sábio conselho no café da manhã: “Convoca a imprensa, sua família e quem mais for que nunca te deu apoio, seus poucos amigos e alguns detratores e se pendura numa corda no meio da sala com vista para a Maria Comprida”.

O resto, aqui.

 

 

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