Celeiro de cronistas

magick3Não sei vocês, mas na minha vida sempre tive por meta não só não me conformar com algo que me deprime e afeta, como, ao contrário, ter sempre um coelho novo saindo da cartola à guisa de consolo. Além do mais, prefiro sempre confiar na minha própria experiência, muitas vezes frustrada, do que nos conselhos de quem já tem reconhecida competência. Pode ser perda de tempo, mas sou assim, fazer o quê, desde os velhos tempos em que me ensinei a revelar fotografia no banheiro lá de casa (?) — a interrogação por conta de que ninguém mais sabe o que é “revelar fotografia”.

Não estou sozinha. No outro dia, por exemplo, um alto executivo de uma multinacional do livro me revelou um dos mais recônditos segredos do sucesso empresarial, o deles, pelo menos: “Preferimos errar por nós mesmos a seguir o conselho ou o fruto da experiência alheia”.

Mulher gosta de apanhar, já dizia o grande Nelson. Parece que os inovadores também.

Outro traço brilhante da minha bem-sucedida personalidade difícil, já que estamos falando dos gênios do ofício (qualquer ofício), é que embora esteja acostumada a trabalhar sozinha no meu canto tenho o hábito de criar um gigantesco aparato só para poder me encaixar dentro dele com um pouco de conforto. Esta é, por exemplo — não se enganem —, a verdadeira história por trás da criação da KBR: poder publicar meus próprios livros.

O resto, aqui.

 

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