Como se tornar imortal sem nem estar mais vivo

bispoPara Denise Correa, onde ela estiver.

 

Eu costumava pensar que minha primeira incursão no campo editorial, profética a não mais poder, tinha sido há 9 anos nos Estados Unidos, logo depois que conheci o Alan pessoalmente (minha vida literária, como vocês sabem, só começou de verdade depois que encontrei o Alan — personagem favorito da minha “autoficção” —, e ele não só trabalhou pra me obrigar a ter uma carreira, como me transformou por vias do matrimônio em “Noga Sklar”).

Explico. Já fui para a Flórida com a intenção na cabeça, afinal de contas eu não tinha um trabalho pra chamar de meu — apesar de já ter feito um quinquilhão de coisas nesta vida, naquele momento estava totalmente concentrada em cuidar de mamãe… e em namorar o Alan na internet — e levei comigo mais de 800 páginas de sexo escrito, que Alan já tinha topado publicar, decisão da qual até hoje se arrepende, vamos combinar, com tanta gente privando em seus quartos isolados de nossa “intimidade” passional.

Resto, aqui.

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