Kindle Kindle

kindlesemCaros, eu entendo, pra vocês e pro resto do mundo é apenas mais um gadget, um gadget bonitinho, baratinho, útil, talvez, visto que nele se podem ler livros com algum conforto e sem cansar os olhos — hoje mesmo Paulo Pinho me escreveu num email que estava “lendo meu livro sem graus de separação meia hora por dia para não cansar os olhos”, bem, isso agora acabou, não é mesmo?

Muitas outras coisas se acabaram, uma longa espera de três anos, longa, agitada e muito nervosa nestes últimos dias, entendam por que: a KBR foi sonhada, vislumbrada, profetizada e planejada instantaneamente no primeiro momento em que vi um Kindle aparecer, nos Estados Unidos, em 2008.

Pensei: é a solução para todos os meus problemas! Naquela época, é claro, problemas de leitora e, principalmente de escritora engavetada, se é que vocês me entendem.

O Kindle foi por algum tempo apenas um distante e muito almejado objeto de desejo, por mais ou menos um ano, até que ficou disponível no Brasil e eu, que não tinha um tostão na época pra chamar de meu, ganhei um do meu irmão de presente de aniversário, o melhor que já ganhei na vida.

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2 Responses

  1. Rogério says:

    Eu já tenho o meu faz uns dois anos, é melhor que tablet! Não compro mais livro em papel. As árvores me agradecem.

    • noga sklar says:

      Rogério, é isso aí. Comprei um novo ontem, o meu já tá velhinho… é 2nd generation… e agora quero em português. Incrível como tem gente por aí que não sabe como o kindle é bom, né… mudou a minha vida… kkk.
      Abraço! Feliz 2913!, ops, 2013!

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