Micromiloide

microscreen

O estado (a)normal da tela do meu notebook, que um amigo definiu como “um escritório caótico”

Alan voltou de viagem e trouxe consigo um novo computador, um moderníssimo, levíssimo e rapidíssimo ultrabook — muitos desses íssimos, como seria de se esperar, não passando de propaganda falsíssima. Até aí, tudo bem. Faltou o caríssimo, mas hum, bem, em se tratando de Estados Unidos nem foi tão caro assim, e tudo entregue pontualmente na casa do nosso filho pela Amazon. Até aí, tudo até que funcionou, tendo sido encomendado aqui do Brasil e pago em reais, pasmem (foi meu presente de aniversário para o marido saudoso e distante, saudosa eu, claro).

O problema começou quando foi necessário transferir todos os arquivos de um computador para outro, e aí, todo mundo sabe, é que começa o terrível dilema. Aqui em casa vale a regra americana da redundância máxima, para que nada se perca, e nada tampouco se transforme sem que a gente assim pretenda com muito empenho consciente: temos HD externo, um portal americano de backup automático e, exagero dos exageros, pelo menos um computador extra, mantido na casa só para que não haja risco de nada se perder na transição, vai entender. É tudo tão complicado que é melhor nem transferir nada, melhor talvez nem trocar de computador, mas aí começa a travação… É de amargar. A questão, evidentemente, é que a gente raramente procura alguma coisa no velho computador, que fica lá no outro andar, solitário e largado.

O resto, aqui.

 

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