Nossa sobrevivente

Gina Freund lê um trecho de seu livro.

 

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Gina Freund aos 92 dançando tango com Marcio Carreiro

O que você faria se descobrisse que Anne Frank está viva, e é sua vizinha de porta?

Depois de Noite, de Elie Weisel, e do Diário de Anne Frank, a KBR traz a público Um tango para sobreviver, o novo e impressionante relato ao vivo dos horrores nazistas. Sua autora, Gina Freund, foi “adotada” pelo Brasil em 1946, e aqui renasceu e reconstruiu sua vida. Aos 95 anos de idade, vive sozinha e independente de qualquer ajuda, embora sempre apoiada pelo amor de seus filhos e netos, em seu apartamento de Copacabana, no Rio de Janeiro.

Um tango para sobreviver é uma história de força, energia e sobrevivência. Várias passagens da primeira parte do livro — passadas no gueto em Lwow e, mais tarde, no campo de concentração de Bergen-Belsen — já foram exploradas por outros sobreviventes em livros, relatos e filmes. Mas nada se equipara à força do relato em primeira pessoa e ao fato chocante de se ter mais uma vez a certeza de que é tudo verdade, todas aquelas atrocidades aconteceram mesmo, de verdade, e pessoas de verdade foram a elas submetidas. Evidentemente, apesar de em aparência viverem normalmente, os que passaram por elas se lembram de tudo: esquecer, quem poderia?

 

O resto, aqui.

 

 

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