O homem da bicicleta

pneuQuando a gente começa a melhorar de vida, sabem como é, a primeira providência é conceder a nós mesmos pequenas mordomias, não, não temam, ainda não é o meu caso (subir na vida). Continuo lutando para sobreviver.

Pois imaginem que na quinta passada tivemos uma reunião de emergência no Rio e decidi pedir à minha nova assistente para dirigir, isso, sem mencionar que o carro dela é importado, novinho e com ar condicionado, vocês me entendem.

Detesto dirigir. E o Alan, além de meio vesgo e sem noção de profundidade, não enxerga bem à noite na estrada, para nem mencionar os martinis no hotel grã-fino, bem secos, patrocinados, é claro, pelo fornecedor que pediu a reunião.

Por falar nisso, nem lembro mais se contei a vocês que o “staff” fixo da KBR acabou de dobrar de tamanho, assim como a editora per se: agora somos duas funcionárias ao vivo aqui na sede do Vale (para nem mencionar aquele moderno blábláblá de “empresa não-localizada”, com colaboradores e voluntários espalhados não só do Oiapoque ao Chuí, mas igualmente em países que nunca nem vi, ah, foi só pra rimar mesmo, salve a globalização digital).

O resto, aqui.

 

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