O que pode uma mulher

Ontem à noite eu estava sem assunto para a crônica semanal, vocês sabem, ando cansada e o domingo parece que chega cada vez mais rápido, ou, por outro lado, com tantos assuntos para escolher que todos me pareciam, hum…

Não posso chamar de chata a questão da guerra, nem da crise, nem da violência que recrudesce. Chato, no máximo, é o problema da Oi que há vários dias nos deixa com a conexão instável, muito mais que chato, pois meu paraíso particular, a enlevação pela natureza que me mantém a salvo de todas as pirações que em volta nos ameaçam, inclusive a guerra também muito particular pelo mercado inexistente dos livros digitais, depende desta controversa maravilha moderna que é a internet. E nem adianta apelar para o modem 3G que tantas vezes no passado me resgatou, porque há coisa de algumas semanas o sinal da Vivo, perfeito por um bom tempo, resolveu desaparecer, dando munição extra ao explosivo pessimismo apocalíptico de Alan: “Eu falei que isso ia acontecer, é por aí que o fim dos tempos vai nos derrubar”, taí, somos todos drogados de computador e cada vez mais dependentes de nossas máquinas de comunicar, o que também acaba sendo muito chato no final das contas.

 

O resto, aqui.

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