Praga de faraó

Pô, fala sério, eu trouxe do Rio o abacateiro de vaso com todo o cuidado, todo embaladinho, com a raiz e a terra em volta envolta em plástico para evitar a perda de substrato — e que perda, nossa mãe! — e pra todo o sempre me lembrar de mamãe, mas, francamente: a planta, que resistiu bravamente, e em condições concretamente (ui!) inclementes, por bem mais de sete anos (é mais velha que o meu casamento com Alan), acaba de ter suas folhas devoradas em menos de duas horas pelas vorazes formigas do Vale, caramba, essa raça nada perdoa, vamos combinar.

Como diz a Ivete, é a verdadeira praga do faraó, aquela que a Bíblia ignorou e que um de meus autores, não lembro quem — ah, tudo bem, querer que eu me lembre dos passos de todos os meus 65 filhos diletos é um pouco demais, é ou não é? —, atestou numa crônica ou livro que se multiplicaram sem controle e povoaram o mundo, a prova é que… deixa pra lá — ah!, lembrei!, só pode ter sido o Carlos Peixoto, ou então a Maria Anna Machado — que, recentemente soubemos, nasceu em Formiga, MG — em seu livro Atlants – O atol das formigas, ai, inferno, merda de inseto, sai pra lá (falar nisso, procurei o livro da Anna na Amazon.com pra linkar pra vocês e logo apareceram vários anúncios de dedetizadoras, vou nessa).

O resto, aqui.

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