Rede de entregas

primeira páginaQuando acordei no sábado passado, como sempre ainda bêbada de sono indo direto ao computador para conferir o que tinha se passado, fui surpreendida por um indescritível convite disparado à meia-noite: escrever para O Globo a resenha de Juliette Society, primeiro romance de Sasha Grey, famosa ex-atriz pornô, hoje escritora.

Deixa eu explicar. Embora eu faça muita coisa na vida, e ultimamente, confesso, coisas das quais posso me orgulhar, eu tinha um sonho (nem tão) secreto como todo mundo, acalentado há anos (desde a oficina de crônica em Paraty), e para mim, aparentemente, cada vez mais longe de ser realizado enquanto eu me ocupava de tantas outras coisas, é, estou citando John Lennon. E daí?

O convite, eu nem sabia, incluía uma série de desafios, é, pois é, tell me about it. Lembrei-me imediatamente de uma dessas memórias traumáticas (ui, redundância) de planos de trabalho frustrados, quando fiz um “teste de tradução” para uma grande editora aí e terminei rejeitada, tenho, aliás, um grande complexo de rejeitadinha como todo mundo sabe, que agora, feliz e finalmente, deve começar a se acalmar. É de amargar.

O tal teste de tradução, para enrolar mais ainda esta mais que imperfeita introdução, era de um livro sobre beisebol, isso mesmo. Beisebol. Cacete. Porrete. Vai entender para ver o que é bom, home run, hurdle, quarterback e outros enigmas mais.

O resto, aqui.

 

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