Refluxo nacionalista

Alan e seu "quick mortar" hoje de manhã

Que Alan nunca aceitou a vitória de Obama há quase 4 anos, entre outros motivos pra contrariar a minha torcida apaixonada, não é novidade pra ninguém. O problema, meus amigos, é que entra ano e sai ano, ele não se conforma com a derrota de jeito nenhum. E não está sozinho nisso, gente, não.

Tem uma turminha nos Estados Unidos, coisa que a gente nem fica sabendo se não for “do meio”, que excede de longe aquele direitismo normal de gente velha, sabem como é — já dizia o outro: jovem que não é de esquerda não tem coração, velho que não é de direita não tem cérebro —, com uma perpétua teoria de conspiração que vai se tornando cada vez mais louca.

Não sei se vocês sabem, mas na quinta-feira passada um desses mais brilhantes extremistas   — brilhante até no som do nome: Breitbart; quer dizer, brilhante pra turma deles lá —, jovem, de apenas 40 e poucos anos, bebeu um vinho num bar até as onze da noite e enquanto caminhava para casa caiu morto, assim, sem mais nem menos, sem bala perdida nem nada disso, de “causas naturais” — segundo o Alan e outros da mesma laia, um eufemismo para “digitalis”, por exemplo, aquele veneno poderoso que não deixa traço.

 

O resto, aqui.

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