Sexo, verdades e sofrimento

tsunamiO amor nunca morre. O amor dura.
Sonali Deraniyagala

 

Verdade, quase posso contar os livros que li este ano, fora do expediente de edição, nos dedos de uma só mão, uma vergonha. Também, quem manda misturar profissão e lazer por opção no mesmo caldeirão? Dentre eles, há quatro neste momento no meu Kindle em situação simultânea de leitura, pacientemente aguardando as férias para serem completados, isto é, se eu tiver tempo de ler enquanto viajo. E me pergunto: nesta era em que além de serem lidos os livros nos leem, conforme atesta a matéria do NY Times, será que detectarão a mudança na locação? Terão os livros um GPS embutido? E quanto à dinâmica de leitura? Saberão onde parei, e por que motivos? Francamente, pensei que aquela modalidade no aplicativo Kindle que informa sem ser solicitada a nossa “velocidade de leitura” era apenas para entretenimento. Ledo engano. É para estratégia comercial, mesmo, Big Brother perde — o de verdade, de 1984, se é que vocês me entendem. E dentre os quatro na espera está um dos dez melhores de 2013 do NY Times, no segmento de não-ficção, a que dou preferência por razões que não preciso explicar: Wave, da “srilankense” Sonali Deraniyagala.

O resto, aqui.

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